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quarta-feira, 26 de dezembro de 2012

Mudinhas de ipê rosa - transplantando e educando

O Pedro Ivo, meu sobrinho, gosta muito de me ajudar a mexer com as plantas do quintal.
Quando ele percebe que iniciarei um momento de interação com plantas e terra, vem em minha direção e oferece ajuda. Nem preciso convidá-lo, pois ele se sente bem em estar ao meu lado nesses instantes. Explico-me. Trata-se de um momento de interação, único - ficamos ali, os dois com as plantas e a terra, conversando, rindo, agindo. 
Aproveito para fazer com que ele se expresse e seja inteiramente ele: Pedro Ivo. 

Divido com vocês, leitores, a ocasião em que transplantamos as mudinhas de ipê rosa:


Furando as caixinhas:



As caixinhas são um pouco duras de furar.
Força aí, garoto! ...rs


Colocando terra nas caixinhas:


Iniciando o transplante das mudinhas - do berçário para as caixinhas:


Colocando mais terra:


Firmando a terra:





Todas as mudinhas transplantadas. Agora é hora de aguar:



Educar é convidar à participação. 
Além de palavras, a ação. 
A atitude em conjunto traz à consciência a satisfação pela responsabilidade de "cuidar": 

cuidar
[Do lat. cogitare.]
Verbo transitivo direto.

1.
Imaginar, pensar, meditar; cogitar, excogitar:
Cuidou maduramente o plano.

2.
Julgar, supor:
Cuidei que ele dormia, e estava desperto.

Verbo transitivo indireto.

3.
Julgar, supor:
Depois de tamanha deslealdade, nem sabiam o que cuidavam dele.

4.
Aplicar a atenção, o pensamento, a imaginação; atentar, pensar, refletir:
Cuidou muito no assunto antes da decisão.

5.
Ter cuidado (3); tratar:
Cuida da saúde;

“A velha tapuia Rosa já não podia cuidar da pequena lavoura que lhe deixara o marido.” (Inglês de Sousa, Contos Amazônicos, p. 3); “elas lavam, cozinham; passam roupa. Cuidam das crianças da casa.” (Ana Elisa Gregori, Os Barões da Candeia, p. 5).

6.
Fazer os preparativos; tratar:
cuidar do almoço.

Verbo transobjetivo.

7.
Julgar, supor:
Eu cuidava-o rico, e é bem pobre.

Verbo pronominal.

8.
Ter-se por; julgar-se, considerar-se:
Cuida-se muito inteligente, mas é apenas esperto.

9.
Prevenir-se, acautelar-se.
10.
Ter cuidado consigo mesmo, com a sua saúde, a sua aparência ou apresentação:
“a própria D. Marfisa .... já andaria à procura dos dois, espigada na sua cinta, os sapatos de salto alto, os cabelos anilados. Era mulher que se cuidava.” (Moreira Campos, Portas Fechadas, p. 37).

Fonte: Dicionário Aurélio da Língua Portuguesa. 

segunda-feira, 17 de dezembro de 2012

Dama da noite

A flor Dama da Noite, também conhecida como "Efêmera", desabrocha e fenece em apenas algumas horas.


Ela se abre à noite, pelas 21 horas:


Vai se abrindo devagarinho...


... devagarinho...


A Dama da Noite, talvez por ser noturna, amanhece assim: murcha e caída:



As folhas são também mudinhas. 
Basta plantar uma folha e ela pega com facilidade. 
Olhem, como elas são:


Vejam, na imagem abaixo, um botãozinho.
Ele, a princípio, tem um tom róseo:


Mas, depois, torna-se esverdeado:


As imagens acima da flor Dama da Noite se abrindo foram tiradas até um determinado momento. Como, desta vez, não consegui ficar acordada até o ápice da abertura, mostro a vocês esta do ano passado no instante de sua magnitude: 






quinta-feira, 13 de dezembro de 2012

Romã, o resultado

 Vocês já conhecem o nosso pé de romã. 
Lembram-se como estava carregadinho? 
Hoje fizemos a colheita de uma infrutescência* 
(ahhh... queria muito falar "fruta", mas dizem que não é uma fruta... ahhh... tudo bem... Apesar de todos ou quase todos nós falarmos "fruta", coloquei abaixo das imagens uma pesquisa sobre a denominação "infrutescência". É interessante! )

Olhem só as imagens, que beleza:







*Infrutescência:

"A romã é uma infrutescência da romãzeira (Punica granatum) e não uma fruta. O seu interior é subdividido por finas películas, que formam pequenas sementes possuidoras de uma polpa comestível.

Assim como os frutos são resultado da fecundação de flores, as infrutescências são, a rigor, o resultado da fecundação de flores de uma inflorescência, como um cacho de uvas, por exemplo. Entretanto, um uso mais corrente do termo "infrutescência" é associado a conjuntos compactos de frutos, onde cada fruto situa-se contíguo ou aderido ao outro, de forma que o conjunto se assemelhe a um grande fruto. Apesar da aparência externa coesa, estas infrutescências podem ser reconhecidas pela sua estrutura interna, apresentando um eixo central ao longo de todo seu comprimento com os frutos (semelhantes a "gomos") inseridos neste. Algumas infrutescências são conhecidas popularmente e vendidas como frutas, como por exemplo abacaxi, jaca, amora e figo - os verdadeiros frutos são os pequenos gomos encontrados nestas estruturas."

Fonte:
http://pt.wikipedia.org/wiki/Rom%C3%A3
http://pt.wikipedia.org/wiki/Infrutesc%C3%AAncia



sábado, 8 de dezembro de 2012

Nossa parreira

Este é o nosso pé de uva:


Está novinho ainda, mas este ano já nos brindou com esses dois lindos cachinhos:


O pessimista talvez olhasse para esses dois cachinhos de uvas e diria: "Só isso!". 
E o otimista talvez retrucasse: "O número de uvas aí dará de sobra para os habitantes do quintal e ainda sobrará para as visitas!"
  
Gosto de otimistas. :))

domingo, 2 de dezembro de 2012

Olhos atentos

O que este gato olha?


Talvez um movimento ou uma manchinha suspeita (será um bichinho?) no tronco do pé de graviola. 
Prefiro pensar que está admirando a árvore.
Se conquistarmos olhos assim, a natureza estará salva!

quarta-feira, 28 de novembro de 2012

O coqueiro da escola

Estas fotos foram tiradas na época em que fotografei a horta da Escola Municipal Coronel Salomão Clementino de Faria, que se localiza perto de minha casa.
O pé de coqueiro estava carregadinho, vejam:


Entre nós, de Goiás, este tipo de coco é conhecido como "bacuri".


Olha aí, eles se formando:


Vejam as cores, quão belas são! Há tons de amarelo claro e roxo:



segunda-feira, 26 de novembro de 2012

A vagem da árvore Chuva de Ouro

Eis uma vagem da árvore Chuva de Ouro:





Desejo mostrar a vocês como é por dentro:


A casca é bem dura. Assemelha-se à casca de jatobá, entretanto é mais fina.


Verifiquei que as sementes ficam protegidas entre camadas de uma espécie de resina:



A resina é adocicada (eu provei); 
e à prova de fogo (tentei queimá-la com a finalidade de verificar se era inflamável). Pensava que seria o contrário, que pegaria fogo com facilidade, mas que nada, não queimou nenhum trisco, de jeito nenhum. 
Daí percebe-se como a natureza é cuidadosa.
O cheiro da resina é forte, mas doce. 



As sementes ficam muito protegidas. 
Ao retirá-las dos entremeios das camadas de resina, vi que são lisinhas e limpinhas.


Para visualizar a árvore, clique no link abaixo:



quarta-feira, 21 de novembro de 2012

Desenvolvimento do pé de graviola

O pé de graviola cresce. 
Há muitas tentativas de frutos, mas quase todas as flores caem. 


Eis aí o terceiro fruto:


Algum tempo depois, mais desenvolvido:




Porém, o fruto que mais me surpreendeu foi este abaixo:


Ele veio doentinho, torto, pegou praga a ponto de ser preciso lavá-lo com escova de dentes (com cuidado), entretanto não caiu, não, não caiu... 
Quase não havia esperanças que fosse adiante. 
E que surpresa nos deu: foi o fruto mais sadio internamente e gostoso dentre os já nos dado (4 frutos)! 
A natureza nos ensina, sempre, bastando estarmos abertos a ela. 

Sobre a graviola:
"A graviola (Anona muricata) é uma planta originária das Antilhas, onde se encontra em estado silvestre. No Brasil, tornou-se subespontânea na Amazônia. Prefere climas úmidos e baixa altitude.
A graviola é uma árvore de pequeno porte (atinge de 4 a 6 metros de altura) e encontrada em quase todas as florestas tropicais, com folhas verdes brilhantes e flores amareladas, grandes e isoladas, que nascem no tronco e nos ramos. Os frutos têm forma ovalada, casca verde-pálida, são grandes, chegando a pesar entre 750 gramas a 8 quilogramas e dando o ano todo. Contém muitas espinhas, vermelhas, envolvidas por uma polpa branca, de sabor agridoce, muito delicado e considerados por muitos que o comeram semelhante ao fruto Abobora."
Fonte: http://pt.wikipedia.org/wiki/Graviola