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terça-feira, 27 de março de 2012

As várias funções da "hortelã"

A hortelã é uma plantinha muito simpática e cheirosa. Em nosso quintal, está cultivada especialmente com a função "condimentar", mas também a utilizamos como uma planta medicinal, além de ornamental, pois é toda lindinha e delicada. Veja:

Hortelã. Foto: Hosamis
(umasementepordia.blogspot.com)

A denominação "hortelã" ou "menta" é mais usada em países lusófonos. Em outros lugares, a palavra "menta" leva "th" na última sílaba, o que a aproxima de seu nome e sobrenome científico - Mentha arvensis. Cá pra nós, prefiro chamá-la de "hortelã", pois além de ser mais fácil de pronunciar, foi assim que aprendi com os meus ascendentes e, portanto, ensino aos descendentes. 

As suas propriedades medicinais são as seguintes: anti-séptica, aromática, digestiva, estomáquica e expectorante.

Em nossa culinária, utilizamos a hortelã no tempero do quibe (hummm!) e da carne-moída (aí, que delícia!). Como planta medicinal, fazemos o chá, cujo gosto é bem refrescante, além de usá-la para inalação do vapor, (expectorante). 



terça-feira, 13 de março de 2012

A pimenta-malagueta

Eis as imagens do nosso pezinho de malaguetinha:

Pé de pimenta malaguetinha. Foto: Hosamis
(umasementepordia.blogspot.com)

Nesta época ficou lindo, todo vistoso de verde e vermelho!

Pé de pimenta malaguetinha. Foto: Hosamis
(umasementepordia.blogspot.com)
 
Pé de pimenta malaguetinha. Foto: Hosamis
(umasementepordia.blogspot.com)


Pé de pimenta malaguetinha. Foto: Hosamis
(umasementepordia.blogspot.com)



A malagueta silvestre do Brasil:

"A pimenta-malagueta silvestre, também conhecida no Brasil como malaguetinha caipira, destaca-se pela alta concentração da capsaicina e baixíssimos teores de piperina, o que faz com que seus efeitos no organismo humano sejam predominantemente benéficos. Além disso, seu sabor inconfundível e marcante e seu aroma agradável fazem dela a variedade mais apreciada e mais apropriada à maioria dos pratos. Contudo, é importante salientar que as espécies de pimenta comercializadas como sendo malagueta, via de regra são espécies híbridas, resultantes de cruzamentos realizados para desenvolver variedades mais produtivas, mais resistentes a pragas e menos atrativas aos pássaros e insetos, uma vez que a malaguetinha original é altamente susceptível a todos esses ataques.

A cultura popular no interior dos estados de Minas Gerais e de Goiás, no Brasil, identifica a maioria das variedades encontradas no comércio com rótulo de pimenta-malagueta, como sendo pimenta-café. Esta denominação decorre do aroma característico da fruta que se assemelha ao cheiro do grão de café em fase de secagem. Além disso, outra característica fundamental que difere a malaguetinha silvestre das espécies híbridas é o tamanho e a coloração do fruto. A variedade original apresenta um fruto menor do que as espécies mais comuns e, mesmo após amadurecido, a pontinha do fruto preserva um tom levemente esverdeado.

Em Portugal existem os dois termos: malagueta e piri piri; as diferenças são as seguintes: a malagueta é mais comprida e picante; o piri piri tem uma vagem curta e é bastante mais picante. Desconheço se se trata da mesma planta ou de denominações diferentes consoante o tamanho e a ardência." 
(Fonte: wikipédia: http://pt.wikipedia.org/wiki/Capsicum_frutescens


Curiosidades sobre a pimenta malagueta:

"A ação da pimenta e seus efeitos no metabolismo humano acontecem da seguinte forma: Quando uma pessoa ingere um alimento apimentado a Capsaicina ou a Piperina estimulam os receptores sensíveis existentes na língua e na boca. Ao serem atingidos quimicamente por tais substâncias, esses receptores nervosos transmitem ao cérebro uma mensagem informando que a sua boca estaria sofrendo queimaduras. Imediatamente o cérebro gera uma resposta ordenando ações no sentido de salvá-lo do suposto fogo e, com isso, vários agentes entram em cena para refrescá-lo: a pessoa começa a salivar, sua face transpira e seu nariz fica úmido. Além disso, embora a pimenta não tenha provocado nenhum dano físico real, seu cérebro, enganado pela informação que sua boca estaria pegando fogo, começa a fabricar endorfinas que permanecem por um bom tempo no seu organismo, provocando uma sensação de bem-estar.

Além da coloração intensa e dos sabores picantes, associados aos caprichos e à sedução, a pimenta historicamente tem sido considerada como um suposto afrodisíaco. Já no século XVI era proibida aos jovens sob a suspeita de estimular a sensualidade. Mas tudo isso surpreendentemente pode ter fundamentos razoáveis, uma vez que a Capsaicina, ao provocar o aumento dos níveis de endorfina, faz com que o sistema nervoso centra responda com uma agradável sensação de prazer e bem estar, além de elevar a temperatura corporal e ruborizar a face, condições propícias ao afloramento espontâneo da sensualidade."