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sábado, 24 de maio de 2014

A cisterna e o pezinho de jiló

Desde a minha infância bebi água desta cisterna que hoje está cheia de entulho e terra:


Foi uma pena termos que tampá-la (jogar terra), mas fomos obrigados pelo "sistema", pelo "progresso" urbano, que nos aplicou uma multa e nos cobrava mensalmente pela água que vinha de nossa própria cisterna. 
Resolvemos usar o espaço para plantio. Dentre as plantas que aí  germinam há pelo menos um ano, nasceu um pezinho de jiló (este da foto acima). Ele cresceu, deu frutos e hoje já não existe mais. De um de seus frutos, peguei as sementes e plantei em uma sementeira. Nesta semana percebi o sinal: germinaram. Esperarei alguns dias para se desenvolverem mais, e depois mostro para vocês.

terça-feira, 13 de maio de 2014

Plantio de sementes de ata

Há algum tempo minha mãe ganhou alguns frutos de ata. Uma delícia, maravilhosas! Minha mãe gostou tanto que falou "Pudia plantar umas sementinhas!" Foi um recado para mim. Então, de todas as sementes que iria guardar no "banco de sementes" (uma caixinha de sapatos, na qual guardo as sementes separadamente em saquinhos com data e identificação), separei algumas para plantar:




Preparei a terra e de duas a duas, acomodei as sementes em buracos de mais ou menos 1 cm de profundidade. 




Demorou mais de mês e como não germinavam, resolvi replantá-las em alguns vasilhames de pet. Preparei os tijolos furados, restos de uma construção, para que os potinhos ficassem "em pé".  Mas depois de algumas semanas, aconteceu de alguns gatinhos que temos por aqui  fazerem umas estripulias e derrubarem todos as potinhos. 


E olha a carinha de inocente ... 

Pretinho (preto-filho) 

Pretão (preto-pai) 

Nit (o gato filósofo)

Nino (o gato sistemático)

Após alguns dias precisei de terra e revirei o local da arte. Qual foi minha surpresa: no meio da terra encontrei uma semente de ata germinada. Dei um sorriso largo e corri a plantá-la.
Felizmente, pelo menos uma semente vingou. 
Olha como está bonitinha: