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terça-feira, 13 de maio de 2014

Plantio de sementes de ata

Há algum tempo minha mãe ganhou alguns frutos de ata. Uma delícia, maravilhosas! Minha mãe gostou tanto que falou "Pudia plantar umas sementinhas!" Foi um recado para mim. Então, de todas as sementes que iria guardar no "banco de sementes" (uma caixinha de sapatos, na qual guardo as sementes separadamente em saquinhos com data e identificação), separei algumas para plantar:




Preparei a terra e de duas a duas, acomodei as sementes em buracos de mais ou menos 1 cm de profundidade. 




Demorou mais de mês e como não germinavam, resolvi replantá-las em alguns vasilhames de pet. Preparei os tijolos furados, restos de uma construção, para que os potinhos ficassem "em pé".  Mas depois de algumas semanas, aconteceu de alguns gatinhos que temos por aqui  fazerem umas estripulias e derrubarem todos as potinhos. 


E olha a carinha de inocente ... 

Pretinho (preto-filho) 

Pretão (preto-pai) 

Nit (o gato filósofo)

Nino (o gato sistemático)

Após alguns dias precisei de terra e revirei o local da arte. Qual foi minha surpresa: no meio da terra encontrei uma semente de ata germinada. Dei um sorriso largo e corri a plantá-la.
Felizmente, pelo menos uma semente vingou. 
Olha como está bonitinha: 






terça-feira, 24 de setembro de 2013

Semente de pitangueira em processo de germinação

As sementes da pitanga são assim, redondinhas:




Encontrei uma sementinha germinando e desejei mostrar para vocês. 
Vejam:



 





O caule é bem forte. É até difícil retirar do chão:



Um pezinho um pouco mais desenvolvido e, junto, a sementinha germinando:


Eles são tão fortes, que brotam até entre concreto:  



Observação: 
Dedico esta postagem a um leitor deste blog que me perguntou se eu tinha uma imagem de semente de pitangueira germinando. É para você, Enio! 

segunda-feira, 23 de setembro de 2013

Sementes de trepadeira

Esta trepadeira foi plantada através de um ramo, uma muda: 



Depois de anos, esta planta nos surpreendeu (a mim e à minha família) ao produzir vagens:




Depois das vagens secas, colhi uma para ver se havia sementes. Dito e feito. Vejam:


Olhem, que beleza!




Plantarei algumas sementes para ver se germinam.  





quinta-feira, 7 de fevereiro de 2013

Flor do museu

Há algum tempo fui visitar o MAG (Museu de Arte de Goiânia). Quando lá estava, conversando com a minha irmã que trabalha na sala do acervo, escutei uns barulhinhos, uns estralinhos. Perguntei a ela que barulho era aquele. Surgiu, então, à porta da sala do acervo, uma amiga de minha irmã que me explicou a origem: eram as vagens de uma flor que estavam estourando com a finalidade de espalhar para longe as suas sementes. Fiquei muito interessada e saí da sala para ver a planta. No MAG há uma estufa, uma grande claraboia, embaixo da qual existem diversas espécies de flores. Uma delas é esta, que passei a denominar de "flor do museu": 



Eis as sementes:




E eis as vagens nas quais as sementes se desenvolveram:






segunda-feira, 26 de novembro de 2012

A vagem da árvore Chuva de Ouro

Eis uma vagem da árvore Chuva de Ouro:





Desejo mostrar a vocês como é por dentro:


A casca é bem dura. Assemelha-se à casca de jatobá, entretanto é mais fina.


Verifiquei que as sementes ficam protegidas entre camadas de uma espécie de resina:



A resina é adocicada (eu provei); 
e à prova de fogo (tentei queimá-la com a finalidade de verificar se era inflamável). Pensava que seria o contrário, que pegaria fogo com facilidade, mas que nada, não queimou nenhum trisco, de jeito nenhum. 
Daí percebe-se como a natureza é cuidadosa.
O cheiro da resina é forte, mas doce. 



As sementes ficam muito protegidas. 
Ao retirá-las dos entremeios das camadas de resina, vi que são lisinhas e limpinhas.


Para visualizar a árvore, clique no link abaixo: